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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Pedalar em Berlim

ULTIMA ETAPA DA TPCA 2012 - Desafio Trevim -- Desnivel D+

Ainda Amesterdão II

Ainda Amesterdão

Pedalar em Amesterdão III

A hora de ponta em Amesterdão, não são filas intermináveis de ruidosos e poluentes automóveis com condutores irritados, ansiosos por chegar a casa depois de um dia de trabalho e insularizados num habitáculo metálico preenchido pelo ruído do rádio e respirando o ambiente artificial do ar condicionado. A “rush hour” da capital do país das túlipas são antes bicicletas e mais bicicletas faça sol, chuva, ou os habituais nevoeiros e frio. São milhares de pessoas numa compacta massa de duas rodas deslocando-se num movimento rápido, contínuo e quase silencioso. É um aparente caos que emerge das muitas ciclovias, mas com regras que a maioria respeita e que para quem vem de fora por vezes não percebe. São mulheres e homens elegantemente vestidos, acabados de sair dos seus escritórios a caminho de casa, sobretudo elas com um charme que nunca vi a norte. São mães com dois, por vezes três filhos, num caixote próprio de madeira à frente da bicicleta, no quadro ou num atrelado, outras com a prole q…

Pedalar em Amesterdão II

Antes de chegarmos a Amesterdão, já vamos com a  ideia que a cidade é "cycling friendly". Para quem gosta de bicicletas é uma boa notícia, pois além de podermos conhecer a "cidade a pedalar", observamos o que é uma "cidade a pedais". Confesso que é bonito de se ver, a primazia das duas rodas face às quatro e nestas últimas, mais eléctricos e autocarros. Na inevitável comparação que fazemos com o que é nosso, sobretudo o que se passa na cidade, Lisboa, muito timidamente, lá vai tentando chegar aos calcanhares de uma cidade com esta mobilidade sustentável, mas faltam-lhe as infraestruturas, os meios, a vontade política e a sua necessária participação cívica, mas sobretudo falta a consciência para uma profunda mudança de mentalidades, a tal que devolva a cidade às pessoas sem esquecer a sua mobilidade, preserve o ambiente e o património.
Em Amesterdão pude observar o que é viver numa cidade em que, as ciclovias, os espaços pedonais, os enormes parques, tradu…

PEDALAR EM AMESTERDÃO

Pedalar em Lisboa com os olhos em Amesterdão

A recuperar da entorse, já consegui ontem, pela primeira vez em 10 dias, treinar qualquer coisa. Uma natação ligeira e exercícios de reforço muscular de manhã e uma volta de bicicleta em Lisboa de tarde, puseram-me bem disposto para o resto da semana e deram-me alento para vir hoje e espero que amanhã ,para o trabalho também a pedalar. Regresso assim à normalidade depois de várias tentativas com sucessivas lesões ( antes da entorse, um problema muscular, antes desse uma cirurgia de urgência, and so on, and so on... com pouca vontade à mistura é certo). Ainda a propósito de pedalar em Lisboa, a cidade tem cada vez mais ciclistas, o que a torna mais alegre e "primeiro mundista". Assim os lisboetas já se  parecem com os habitantes de Amesterdão no video em baixo, cidade onde eu também espero pedalar para a semana. Uma coisa é certa, "parecemos, mas não somos", isto de pedalar sem ciclovias, na irregularidade dos paralelos da capital, inesperados buracos e carris esco…

ECOVIA DO ALGARVE - PARTE III

Depois de Armação Pêra, tive mais uma vez dificuldade em acertar com a rota da "Ecovia" porque esta aparecia e desaparecia e sempre em estradas com demasiado trânsito. Quem me manda não ter um GPS ou um mapa mais pormenorizado?! Por estes e pelos motivos que tenho vindo contar, fartei-me de "andar às cascas" nesta travessia do Algarve litoral e decidi apontar definitivamente para junto do mar. Desci, primeiro por estrada alcatroada depois por terra batida e dei com esta praia deserta. Achei que isso seria impossível no Algarve, ainda por cima aqui, onde há mais turistas e menos espaço para banhos. A visão do mar, o sossego do final da tarde e o cansaço fez-me ter vontade de dar um mergulho como se fosse um troglodita feliz fundido com a natureza, ou o livre ( acho que me percebem) Adão antes de se preocupar em alimentar o estômago, mas a hora já era tardia e eu tinha de estar em Portimão a horas decentes de apanhar o comboio de volta para Tavira onde iria pernoita…